Desabafo de uma aluna apaixonada
Lembro da primeira vez que ti vi
Nunca imaginava
O que hoje poderia sentir
Você nunca me notou
Mas eu sempre estive aqui
Pra voce sou apenas sua oposta
Como lápis e borracha
Sou feliz hoje te vendo
Mesmo que aqui de longe
Ou na sala de aula
E um sentimento louco
Juro que não queria sentir
Ate agora me controlando
E mesmo escrevendo o que estou pensando
Não paro de pensar em ti
Não mando no meu coração
Sei que é confuso
Posso admitir
Chego a desesperar
E da vontade de fugir
Desistir de tudo
Pois não penso em outra coisa
Se não em seus olhos olhando pra mim
Pensando voo longe no futuro
Pra não pensar no agora aqui
Me sinto culpada
Por esta pensando em você
Se desfazendo da pessoa que convivo
Aquele que me dar tudo
Ate momento de prazer
Que todo dia diz que me ama
Ate café me traz na cama
E eu engrata não sei agradecer
Estou disposta a pagar pelo meu erro
O qual acho merecer
Quem ve de longe não entende
O que estou sentindo agora
Se descubrir vao me julgar
Por isso e agora?
So no caderno desabafo
E boto tudo pra fora
Talvez não seja amor
Desse que ve em televisão
Mas sim um amor bandido
Como uma desilusão
Tenho medo de falar o que sinto
Porque nem te conheço direito
Mas quero te falar do fundo do meu peito
Culpa sua por eu esta assim desse jeito
Medo também do que vao falar a respeito
Caso você entendeu o recado
Estou disponível
A algum comentário
Não me magoe
Vou te poupar do que escrevi
Se preferir não venha ate a mim!
Não sei do amanha
Se tudo isso vai passar
O que tenho por certo
E que guardo esse segredo
E hoje so penso em te amar
Mesmo que seja errado
Esse pensamento
Da vontade de te beijar
E nessa sua pele branca
Me debrusar...
Autora :Amanda Silva do Nascimento.05/08/2013
sábado, 31 de agosto de 2013
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
CASAMENTO DA MOCINHA
Uma mocinha do sertão
De família pobre
So queria um desejo
Como um pouco de sorte
Foi quando um namorado arrumou
E por ele se apaixono
Com alguns meses namorando
E ate que fim que noivo
Um dia chegou uma festa
E o noivo quis a convidar
Mas num era só assim não
Tinha que pedir ao pai autorização
Se ele deixava levar
O pai não era ruim
Mas tinha hora de voltar
A moça pra ser direita
Tinha que andar na linha e direito
Pra falada num ficar
Virgindade era lei
Tinha que honrar
Na hora de se deitar
Se casasse e não fosse mais
O marido devolvia a moça aos pais
Foi quando chegaram na festa
E ele diferente
Mandou ela espera
Dizendo fique ai
Que neste instante eu chego já
Ela num era besta
Logo desconfiou
Demorou alguns minuto
E o rapaz num chego
Ela foi atrás
E logo o encontrou
Agarrado numa rapariga
Foi o que bastou
Puxou ele nu canto
E o noivado de 2 anos acabou
Ele disse que queria um motivo
Para ela o deixar
Ela disse que num era besta
E era só ele falar
Isonada bichinha pois a chorar
Chegando em casa
Não guardou segredo ao seu pai
ligero mandou ela pra bahia
pra ela não sofrer mais
E ir atrás do safado do rapaz
Foi pra casa de sua tia
Na qual não via hora chegar
Nunca tinha saído de sua terra
Só num sabia o que tinha a lhe espera
Com uma semana
Em plena noite o seu primo foi lá
A mocinha inocente
Se entregou
A luz do luar
No outro dia cedo
O tio viu os primo junto
E pois a desconfiar
Foi quando fez a pergunta
Que a boca num quis calar
Eles não mentiram
E arrumou logo de se apressar
Mandou uma carta pro pai dela
Quando abriu a noticia
Dizendo que com ela ia se casar
Com dois meses nem imaginava
O que tava prestes a acontecer
Foi quando começou a enjoar
E descobriu
Que ai vinha um bebe
Casou empreada
Pior num podia acontecer
A bichinha passou 9 meses chorando
E quis se arrepender
Era tarde demais e nada podia fazer
Chegou o dia do casamento
E antes o marido foi casar
A hora passava
E ela ficava estressada
E cansou de espera
Ele no meto entretido
Nem lembrava
Foi quando vei na lembrança
E quis se agoniar
Por que o casório já ia começar
Ela foi na frente de ônibus
Com esperança de ainda se casar
E ele chegou em casa
E foi ainda se arrumar
Pegou a bicicleta e pois a pedalar
Pedalando,pedalando
E no ônibus se aproximando
Foi quando um quebra mole la longe
Fez o ônibus frear
A coitada viu ele se aproximar
Com tanta raiva
Viu ele da janela a lhe olhar
O amor estava flutuando
O ônibus andando
E ela com vontade de o matar
Ate que fim chegando
So era um pouco esperar
Tinha muito casal na frente
Que primeiro tinha que casar
E o marido dela so queria descansar
A es mocinha bonita
Naquela cituaçao se encontrava
Na fila do fórum empreada
Do lado o marmanjo
Todo suado
Casaro mais num foi o que ela sonhava
Mesmo na frente do juiz
Sua cabeça estava na sua terra
Pensando e imaginando
Ela toda de branco
Casando na igreja
Que era seu sonho
Mas num foi o que aconteceu
Mas graças a Deus
Estou aqui pra conta
Eu o bebe de sua barriga
Amanda é de se admirar
Uma historia como essa
Ser tão verdadeira...
Uma mocinha do sertão
De família pobre
So queria um desejo
Como um pouco de sorte
Foi quando um namorado arrumou
E por ele se apaixono
Com alguns meses namorando
E ate que fim que noivo
Um dia chegou uma festa
E o noivo quis a convidar
Mas num era só assim não
Tinha que pedir ao pai autorização
Se ele deixava levar
O pai não era ruim
Mas tinha hora de voltar
A moça pra ser direita
Tinha que andar na linha e direito
Pra falada num ficar
Virgindade era lei
Tinha que honrar
Na hora de se deitar
Se casasse e não fosse mais
O marido devolvia a moça aos pais
Foi quando chegaram na festa
E ele diferente
Mandou ela espera
Dizendo fique ai
Que neste instante eu chego já
Ela num era besta
Logo desconfiou
Demorou alguns minuto
E o rapaz num chego
Ela foi atrás
E logo o encontrou
Agarrado numa rapariga
Foi o que bastou
Puxou ele nu canto
E o noivado de 2 anos acabou
Ele disse que queria um motivo
Para ela o deixar
Ela disse que num era besta
E era só ele falar
Isonada bichinha pois a chorar
Chegando em casa
Não guardou segredo ao seu pai
ligero mandou ela pra bahia
pra ela não sofrer mais
E ir atrás do safado do rapaz
Foi pra casa de sua tia
Na qual não via hora chegar
Nunca tinha saído de sua terra
Só num sabia o que tinha a lhe espera
Com uma semana
Em plena noite o seu primo foi lá
A mocinha inocente
Se entregou
A luz do luar
No outro dia cedo
O tio viu os primo junto
E pois a desconfiar
Foi quando fez a pergunta
Que a boca num quis calar
Eles não mentiram
E arrumou logo de se apressar
Mandou uma carta pro pai dela
Quando abriu a noticia
Dizendo que com ela ia se casar
Com dois meses nem imaginava
O que tava prestes a acontecer
Foi quando começou a enjoar
E descobriu
Que ai vinha um bebe
Casou empreada
Pior num podia acontecer
A bichinha passou 9 meses chorando
E quis se arrepender
Era tarde demais e nada podia fazer
Chegou o dia do casamento
E antes o marido foi casar
A hora passava
E ela ficava estressada
E cansou de espera
Ele no meto entretido
Nem lembrava
Foi quando vei na lembrança
E quis se agoniar
Por que o casório já ia começar
Ela foi na frente de ônibus
Com esperança de ainda se casar
E ele chegou em casa
E foi ainda se arrumar
Pegou a bicicleta e pois a pedalar
Pedalando,pedalando
E no ônibus se aproximando
Foi quando um quebra mole la longe
Fez o ônibus frear
A coitada viu ele se aproximar
Com tanta raiva
Viu ele da janela a lhe olhar
O amor estava flutuando
O ônibus andando
E ela com vontade de o matar
Ate que fim chegando
So era um pouco esperar
Tinha muito casal na frente
Que primeiro tinha que casar
E o marido dela so queria descansar
A es mocinha bonita
Naquela cituaçao se encontrava
Na fila do fórum empreada
Do lado o marmanjo
Todo suado
Casaro mais num foi o que ela sonhava
Mesmo na frente do juiz
Sua cabeça estava na sua terra
Pensando e imaginando
Ela toda de branco
Casando na igreja
Que era seu sonho
Mas num foi o que aconteceu
Mas graças a Deus
Estou aqui pra conta
Eu o bebe de sua barriga
Amanda é de se admirar
Uma historia como essa
Ser tão verdadeira...
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